terça-feira, 22 de novembro de 2011

Meu sertão.


Meu sertão,meu berço e lar

Lugar,lindo de se ver

Não me canso de escrever,

E aos poucos retratar,

Convido-te para entrar,

Nesse meu mundo real,

Com um jeito especial,

Pois é meu reino encantado,

Foi por Deus abençoado,

E não conheço outro igual.



Lugar de homem valente,

Lutador e destemido,

Que nunca será vencido,

Vai tocando a vida em frente,

Às vezes,cria um “repente”

Outras vezes,um “pé-quebrado”

No final,o resultado

Você pode conferir,

Nas coisas,que escrevo,aqui

Nesse meu verso rimado.


Sertão,lugar de beleza

Da abelha jandaíra,

Da manduri e Cupira,

Retratos da natureza,

Pois representam,as riquezas

Do nordeste brasileiro,

Aonde seu pioneiro,

Lutou para preservar,

As tradições do lugar,

Pra mostrar ao mundo inteiro.



Aqui,quando a chuva cai

Há uma transformação,

Toda planta do sertão,

Acorda,agradece ao pai

Logo,o sertanejo vai

Preparar o seu “roçado”,

Ele trabalha,animado

Pois a terra está molhada,

E a semente “estourada”,

É o milagre,esperado.


Abelhas,que tem aqui

Nativas,da região

Criadas,nesse sertão

Moça branca,manduri

A tubiba,eu mesmo vi

Valente,e bem defensiva

E mais algumas nativas

A canudo e a pimenta,

É o que mais se comenta,

Como elas são produtivas.




A caatinga,preservada

Com plantas e animais,

Dos meus avós,aos meus pais

Eu sigo,nessa empreitada

Se uma árvore é cortada,

Planto,uma novamente

E vamos seguindo em frente,

Para salvar o sertão,

Acabo a destruição,

E ajudo à minha gente.



Abraço.
Paulo Braz.
Meliponário Braz.
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