terça-feira, 8 de novembro de 2011

O juazeiro.



Milagre da natureza,

Essa planta,se destaca

Nesse livro,ele é a capa

Pois,mostra sua beleza

No sertão,ela é riqueza

Alimenta os animais,

Juazeiro,tu jamais

Terás teu nome esquecido,

Tua fama tem crescido,

E tu,te destacas mais.



Em pleno mês de dezembro,

Com a terra ressequida,

Surge o milagre da vida,

Tu estás verde,eu relembro

Em julho,agosto e setembro,

Enquanto a seca começa,

Sertanejo,faz promessa

Para o “inverno”chegar,

E para o verde voltar,

Para isso,ele tem pressa.



O marmeleiro secou,

A catingueira,também

Só o juazeiro,tem

Força,beleza e vigor

Aonde o trabalhador,

Dorme um sono,ao meio dia

A sombra traz alegria,

Para esse homem,cansado

E,ao ser abençoado,

Rabisca,essa poesia.



“Doutor”,não sabe explicar

Como o juazeiro faz,

Pra ficar verde demais,

Com seca,em todo o lugar

É difícil acreditar,

Ao ver esse verde,forte

Nesse cenário de morte,

Aonde a seca domina,

Até o galo campina,

Partiu,e deixou o “norte”.



A natureza,é assim

Nos mostra,a força que tem

Eu,melhor do que ninguém

Aceito,o que vem pra mim

As vezes,achando ruim

Outras vezes,bom demais

Mas tudo,que a vida trás

Deve ser bem entendido,

Pois você,tendo vivido

Não se esquecerá,jamais.



Abraço.

Paulo Braz.

Meliponário Braz.




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